DE GRATIS: Assistência Social vai promover Cinema na Praça em homenagem aos idosos



DE GRATIS: Assistência Social vai promover Cinema na Praça em homenagem aos idosos

O filme Viva – A Vida é uma Festa será exibido de graça na Praça Euphly Jales na quarta-feira, 26/9

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    Essa pode ser chamada de boa notícia. A Prefeitura de Jales, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em uma ação conjunta com o CRAS (Centro de Referência à Assistência Social) e o CREAS (Centro de Referência Especializado em Assistência Social), vai promover o Cinema na Praça, em homenagem ao Dia Nacional da Pessoa Idosa (27/09), Dia Internacional da Pessoa Idosa (01/10) e à Aprovação do Estatuto do Idoso (01/10).
    O evento será gratuito e vai acontecer na Praça Euphly Jalles, na próxima quarta-feira, dia 26. O filme Viva – A Vida é uma Festa, da Disney Pixar promete encantamento e diversão. Significa? Que será imperdível.
    De acordo com a chefe de gabinete da Secretaria Municipal Assistência Social, Luana Lourenço da Silva, “o filme foi escolhido por sua menção à valorização da vida e ao respeito às experiências e tradições das gerações antigas. É muito importante que as pessoas da terceira e melhor idade se envolvam na ação. É um filme que tem uma história muito bonita, então os idosos podem ir acompanhados de amigos ou familiares, que todos serão bem vindos”, disse a secretária”.

    O Filme

    Ao contrário dos filmes tradicionais da Disney, as animações da Pixar sempre trataram a morte de maneira pudica, discreta. Enquanto A Bela e a Fera ousava matar seu vilão jogando-o do alto de uma torre imensa, o vilão de Toy Story 3, por exemplo, era punido com uma vida ruim ao invés da morte. Agora, a Pixar ousa abordar o assunto com uma frontalidade atípica e bem-vinda: Viva - A Vida é uma Festa explora não apenas a morte natural, mas as mortes por acidente, o assassinato e a morte simbólica, ou seja, o esquecimento.
    O conteúdo poderia soar árido demais, porém o diretor Lee Unkrich suaviza a ideia com música, poesia e afeto familiar. A história gira em torno de um garotinho apaixonado por canções, vivendo dentro de uma estrutura matriarcal onde a música é banida devido a um trauma: como o tataravô abandonou a esposa e os filhos pequenos para seguir a carreira de artista, a dor familiar foi deslocada do homem para o seu outro objeto de paixão, no caso, a arte. O pequeno Miguel, fã das melodias românticas do ídolo Ernesto de la Cruz, nutre em segredo o sonho de se tornar artista. Mas seria possível articular o amor pelos familiares e o amor pela arte? Ou ainda, o senso de aventura e a vida doméstica?
    Se eu fosse você, iria até a Praça Euphly Jalles para descobrir!!!

  • Douglas Zílio

    Douglas Zílio, publicitário, que há 11 anos atua no ramo da comunicação, levando informação com ética.

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